Você sofre de tecnostress?

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Estudante de Comunicação Social - Rádio e TV na Faculdade Oswaldo Cruz (SP). Formado em Artes Dramáticas pelo Senac e um grande curioso sobre os bastidores do mundo da televisão, rádio e cinema.

terça-feira, 13 de abril de 2010

POP ART - RADIOATIVA PRODUÇÕES







Grupo:

Rodrigo Marcos, n°01
Jeanne Desireé, n°07
Thiago Bernardino, n°08
Renata Prado, n°11
Caio Aguiar, n° 31
Rafael Botta, n°57

Radioativa Produções
Faculdades Oswaldo Cruz

domingo, 11 de abril de 2010

A Pop Art que Andy Warhol não gostaria de ver!



Tentei, mas passei longe de conseguir um resultado que ao menos merecesse comparação com a do pai da Pop Art, Andy Warhol.
Brincadeiras á parte, o que estamos buscando são referências na Pop Art para cenários, figurinos, cenas, enfim...
São 2:14 a.m. e no meio dessas pesquisas todas resolvi descontrair, e lógico, não poderia deixar de apresentar a minha arte por aqui, não é?! rs

Gostaram? hehehe...

Aguardem! Vem aí, a produção Pop Art da Radioativa Produções!

domingo, 14 de março de 2010

Tecnostress

Tecnostress. Você já ouviu esse termo? É assim que José Antônio Ramalho trata em seu artigo para a revista Ícaro (a revista de bordo da Varig) os sintomas causados pelo excesso de tecnologia no nosso dia a dia. Segundo ele, o que á princípio seria algo positivo, atualmente vem sendo motivo de muito stress e dor de cabeça.

Você sabia, por exemplo, que Bill Gates na década de 90 afirmava que a tecnologia tornaria as pessoas mais produtivas e com isso elas teriam mais tempo para o lazer? Quanto á produtividade ele realmente estava certo, mas o que Gates não contava era que anos depois, com o desenvolvimento tecnológico o lazer ficaria cada vez mais longe da nossa realidade. Hoje, podemos ser encontrados a qualquer horário e em qualquer lugar. Nos tornamos vítimas desse consumo tecnológico obsessivo. Esse comportamento é fruto de uma sociedade imediatista, onde as crianças deixaram de ganhar brinquedos e hoje ganham celulares no natal.

Passar um dia sem checar os e-mails, twittar ou responder sms pode ser uma tortura para algumas pessoas, dependentes e viciadas nessa paranóia chamada tecnologia. Um indivíduo consegue trabalhar de onde estiver, basta sacar seu notebook ou para responder seus e-mails é só aderir á febre dos blackberrys.

O que Ramalho quer nos mostrar em seu texto é que mesmo sem fios estamos presos. Os tão desejados momentos de lazer podem ser interrompidos por um telefonema ou por um sms. Mas é claro que cabe a cada um de nós decidirmos como utilizar toda essa parafernália tecnológica.

E você? É mais um refém dessa loucura toda? Responda a nossa enquete!

(Revista Ícaro - A Revista de Bordo da Varig. www.icarobrasil.com.br)

A Publicidade e os anúncios chocantes

É fato que as campanhas publicitárias muitas vezes chegam acompanhadas de muita polêmica. Em alguns casos o objetivo é atingido justamente pelo apelo feito por meio de imagens fortes e mensagens chocantes. A questão é que essas campanhas dividem opiniões.

Observando a propaganda antifumo do governo britânico temos imagens chocantes, que resultaram na retirada da propaganda do ar. O intuito da campanha que divulgava imagens de pessoas sendo fisgadas por anzóis era justamente representar o quanto o cigarro "fisga" o fumante, deixando-os dependentes. A agência controladora da publicidade no país considerou a campanha "assustadora" para as crianças, enquanto o departamento de saúde disse que a campanha foi "altamente efetiva". Neste caso surge a questão: mais vale poupar as crianças (que podem se tornar os fumantes de amanhã) ou usar a publicidade como utilidade pública, alertando sobre os riscos de um problema frequente na sociedade?

Já em uma campanha desenvolvida nos Estados Unidos para alertar a população quanto aos riscos de dirigir em alta velocidade não foram poupadas imagens fortes. O vídeo pode até chocar á princípio, mas se torna comovente e convincente. Campanhas como essa mostram a realidade "nua e crua", aponta fatos e consequências que de alguma forma chegam á população.

(CLIQUE AQUI PARA ASSISTIR O VÍDEO)

Não é de hoje que a publicidade choca! Nos anos 80, enquanto muitos assuntos ainda eram tabus, as propagandas vinham muitas vezes provocantes e agressivas. Sexo, drogas, homossexualismo e religião eram abordados de forma explícita e, ás vezes, com bom humor. Essa forma de fazer publicidade, mesmo não agradando a todos, fixa a marca do anunciante em nossas mentes. É isso mesmo! Escândalos e proibições envolvem o público. Recentemente, no Brasil, foi retirada do ar a campanha da cerveja "Devassa", que contava com a sempre devassa Paris Hilton. Considerada imprópria para veiculação na TV, a polêmica deixou o nome da cerveja na boca do povo. Seria essa uma estratégia publicitária?

De qualquer forma o mercado publicitário deve procurar cada vez mais alternativas para chamar a atenção, e nessas incessantes tentativas não faltará criatividade e muito menos campanhas apelativas.